Aquela mania esquisita que existe antes mesmo da memória. Um segredo.
Diálogos imaginários, entre pessoas imaginárias. Os lábios não se movimentam,
mas as palavras fluem num ritmo frenético. Mas desaparecem antes que possam ir
para o papel. Um lençol branco, num quintal gramado, céu azul, um vento fresco.
Cenários inventados para ninar.
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