Andava nas nuvens havia duas
semanas, todo dia pela manhã pegava o expresso para os ares. E lá sua cabeça
ficava até depois do almoço, quando o bilhete perdia a validade. Até tinha
outro, mas só poderia usá-lo novamente mais tarde. Estava começando a ficar
sério. Mas quem se importa? De uma maneira ou de outra, todos tem seu próprio
passe para o país das maravilhas.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
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