Depois de ler o livro tudo o que eu mais queria era assistir a adaptação sueca da obra. Não me importava não ter visto o primeiro filme da trilogia (mesmo porque eu não gostei tanto assim do primeiro livro e nem era uma continuação propriamente dita).
Como sempre faço, passei no Laranja Psicodélica e me preparei para assistir a uma adapatação poderosa.
A impressão que fiquei é que quem não leu o livro e assiste ao filme fica perdido, é uma informação nova atrás da outra, um personagem novo a cada minuto, tudo muito mal explicado, corrido. Não tem tempo para empatia, nem para torcer por quem quer que seja. Todo o clima de suspense e curiosidade criado pelo livro se perde.
Eu gostei tanto da Lisbeth do segundo livro e esperava muito mais dela na adaptação, mas mais uma vez fiquei a ver navios. Não achei nem um pouco parecida com a maneira como era descrevida. Tava difícil achar alguém parecida?! Ok. Mas nem a personalidade arredia foi mostrada.
Eu sou do time que prefere ler o livro antes de ver o filme, mas as últimas adaptações foram tão desanimadoras que estou tentada em alterar a ordem ou em último caso ficar só com o livro mesmo.
Eu sou do time que prefere ler o livro antes de ver o filme, mas as últimas adaptações foram tão desanimadoras que estou tentada em alterar a ordem ou em último caso ficar só com o livro mesmo.
Ainda vou assistir O Homem que não Amava as Mulheres, só que a versão americana. Mas com a expectativa bem mais contida. Fincher costuma não decepcionar, amém.

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